Eventos e presença

InnovaG no Londrina Unity Health 2026: o que dois dias de congresso trazem de volta para o município

Registro da participação da InnovaG no maior evento privado de saúde do Sul do Brasil, com a pauta de custos, inteligência artificial e transformação digital que chegou às secretarias municipais.

Equipe de engenharia InnovaG9 min de leitura

Ficha do evento

Edição
IV Londrina Unity Health 2026
Datas
13 e 14 de agosto de 2026, das 8h às 18h
Local
Villa Planalto Londrina, Avenida Tiradentes, 6.429, Londrina, PR
Realização
Unity Health em parceria com a FEHOSPAR
Congresso associado
II Congresso de Hospitais e Estabelecimentos de Saúde do Paraná
Participantes
Mais de 3 mil profissionais inscritos
Abrangência
15 estados representados
Estrutura
7 palcos simultâneos e estúdio de podcast
Feira de negócios
Mais de 100 expositores
Presença da InnovaG
Participação como congressista
Site oficial do evento

InnovaG no Londrina Unity Health 2026

Registro em vídeo da participação da InnovaG Labs no IV Londrina Unity Health, realizado em 13 e 14 de agosto de 2026 no Villa Planalto, em Londrina, Paraná.

Duração 1min 32s

Transcrição da narração

Londrina, Paraná. Treze e quatorze de agosto. O Londrina Unity Health, o maior evento privado de saúde do Sul do Brasil. E a InnovaG esteve lá.

Milhares de participantes, de vários estados. Sete palcos simultâneos, mais de cem expositores, e palestrantes do Hospital Albert Einstein, do Sírio-Libanês e da Universidade de Harvard.

Na abertura, autoridades da saúde de todo o país. O ministro da saúde, Alexandre Padilha. O secretário estadual de saúde do Paraná, César Neves. O presidente da FEHOSPAR, Rangel da Silva. O prefeito de Londrina, Tiago Amaral. E dezenas de secretários e gestores municipais, com o COSEMS e o CRESEMS Paraná.

Nas trilhas de conhecimento, o futuro chegou perto. Inteligência artificial aplicada à saúde. Segurança de dados. Medicina de precisão. E o caminho que leva o dado até o impacto no SUS.

A InnovaG foi até lá para se capacitar, fazer conexões e trazer solução de volta para os municípios que usam o iSUS. Fila da regulação unificada e transparente. Menos espera para o paciente. E mais tempo para quem cuida da gestão.

InnovaG Labs. Tecnologia que aproxima a saúde pública do cidadão.

O que foi o Londrina Unity Health 2026

O Londrina Unity Health chegou em 2026 à quarta edição e abrigou o II Congresso de Hospitais e Estabelecimentos de Saúde do Paraná. Aconteceu em 13 e 14 de agosto, das 8h às 18h, no Villa Planalto Londrina, na Avenida Tiradentes, 6.429. A realização é da Unity Health em parceria com a FEHOSPAR, a federação que reúne os hospitais e estabelecimentos de serviços de saúde do estado.

O tamanho explica por que o evento aparece no calendário nacional do setor e não apenas no regional. A imprensa local e a Prefeitura de Londrina registraram mais de 3 mil profissionais inscritos, vindos de 15 estados, com ocupação hoteleira da cidade acima de 90% nos dois dias. A estrutura anunciada pela organização soma 7 palcos simultâneos, um estúdio de podcast e uma feira de negócios com mais de 100 expositores.

A divulgação oficial organizou o conteúdo em três grandes eixos, e essa divisão é útil para entender quem o congresso quer na plateia: área médica, com atualização clínica e casos; alta gestão, voltada a diretoria executiva, compliance e mercado; e inovação e inteligência artificial, com foco em diagnóstico assistido e gestão hospitalar. O tema central declarado pela organização foi gerenciamento de custos e eficiência em processos.

Resposta direta: o Londrina Unity Health 2026 é um congresso privado de saúde realizado pela Unity Health com a FEHOSPAR, que em 13 e 14 de agosto reuniu em Londrina mais de 3 mil profissionais de 15 estados em 7 palcos simultâneos.

A abertura e as autoridades presentes

A solenidade de abertura juntou representação federal, estadual, regional e municipal no mesmo palco. A cobertura da imprensa registrou a participação de Adriano Massuda, secretário-executivo do Ministério da Saúde, de Breno Monteiro, presidente da Confederação Nacional de Saúde, e de Rangel da Silva, diretor-presidente da FEHOSPAR e do Conselho Estadual de Saúde. O secretário estadual da Saúde do Paraná, César Neves, também esteve confirmado na programação, assim como Christian Gonçalves Cordeiro, conselheiro do CRM-PR, com a fala sobre os desafios da medicina no Brasil.

Do registro próprio da equipe da InnovaG, que acompanhou os dois dias no local, a abertura contou ainda com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e do prefeito de Londrina, Tiago Amaral. As imagens do palco e da plateia que ilustram este conteúdo são desse registro. Distinguimos as duas origens de propósito: presença de autoridade é afirmação sobre uma pessoa real, e o leitor tem direito de saber o que vem de fonte de imprensa ligada e o que vem de quem estava presente.

Além dos nomes de palco, o congresso funcionou como ponto de encontro da gestão municipal. A programação abrigou reunião do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná, o COSEMS-PR, e circularam pelo evento representações regionais dos CRESEMS, dezenas de secretários municipais de saúde e equipes técnicas de prefeituras do Paraná e de outros estados. Para quem desenvolve sistema municipal, essa é a plateia que importa: quem responde pela fila, pelo transporte sanitário e pelo indicador que sobe para o estado.

  • Adriano Massuda, secretário-executivo do Ministério da Saúde, registrado pela imprensa na abertura.
  • Breno Monteiro, presidente da CNSaúde, registrado pela imprensa na abertura.
  • Rangel da Silva, diretor-presidente da FEHOSPAR e do Conselho Estadual de Saúde.
  • César Neves, secretário estadual da Saúde do Paraná.
  • Alexandre Padilha, ministro da Saúde, e Tiago Amaral, prefeito de Londrina, conforme registro próprio da equipe da InnovaG no local.
  • COSEMS-PR e representações regionais dos CRESEMS, com dezenas de secretários e gestores municipais.

As trilhas de conteúdo e o que elas revelam da agenda do setor

A escolha do tema central diz muito sobre o momento. Gerenciamento de custos e eficiência em processos não é assunto de tecnologia por si, mas quase todo caminho apresentado para chegar lá passa por dado organizado. Os painéis de alta gestão trataram de sustentabilidade financeira, governança, compliance e modelos de compra coletiva, com a organização anunciando economia média em torno de 30% para os participantes do ecossistema de compras do próprio Unity Health.

A trilha de inovação e inteligência artificial concentrou o que mais aproxima o congresso da realidade de uma secretaria municipal: uso de IA no apoio ao diagnóstico, automação de processos administrativos, segurança da informação em ambiente hospitalar e transformação digital de ponta a ponta. A trilha médica trouxe atualização clínica, medicina diagnóstica, neuroimagem e técnicas cirúrgicas. A divulgação do congresso destacava palestrantes vindos de instituições como Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Sírio-Libanês e Universidade de Harvard, além do filósofo Luiz Felipe Pondé, cuja participação foi noticiada pela Prefeitura de Londrina.

Existe uma diferença de escala entre um hospital de grande porte e uma secretaria de saúde de município pequeno, e ignorá-la produz decisão ruim. Mas o problema de fundo é o mesmo: o dado nasce no atendimento, atravessa sistemas diferentes e chega tarde, incompleto ou contraditório na mesa de quem decide. Foi essa a linha que puxamos durante os dois dias.

Ferramenta de inteligência artificial não corrige dado que nasce errado. Ela apenas acelera a conclusão a partir dele, o que torna a qualidade da origem o primeiro item de qualquer projeto sério de IA na saúde.

Por que uma empresa de software municipal vai a um congresso hospitalar

A InnovaG participou do Londrina Unity Health 2026 como congressista. Não houve estande na feira de negócios, patrocínio nem palestra, e registrar isso com precisão importa mais do que parece: material institucional que infla o próprio papel em um evento perde exatamente a credibilidade que o evento deveria construir.

O motivo de estar lá é direto. A InnovaG desenvolve sistemas para prefeituras, e a saúde municipal opera na fronteira com a rede hospitalar e com os consórcios intermunicipais. O paciente que entra na fila de uma unidade básica é o mesmo que será encaminhado a uma especialidade, a um exame de imagem ou a um leito. Entender como o outro lado dessa fronteira discute custo, regulação e tecnologia melhora as decisões de quem escreve o software do lado municipal.

O terceiro motivo é a conversa com quem usa. Congresso é um dos poucos lugares onde secretário municipal, diretor técnico e equipe de regulação estão disponíveis fora da urgência do dia. Uma parte relevante do que vira melhoria de produto sai de conversas assim, e não de formulário de pesquisa.

  • Capacitação técnica nas trilhas de inteligência artificial, segurança da informação e gestão de custos.
  • Contato direto com secretários e equipes municipais de saúde, incluindo o encontro do COSEMS-PR.
  • Leitura do vocabulário e das prioridades da rede hospitalar, que é o destino de boa parte dos encaminhamentos municipais.
  • Avaliação de fornecedores e parceiros presentes na feira de negócios, com mais de 100 expositores.

O que volta para o município que usa o iSUS

A pauta de eficiência que dominou o congresso tem uma tradução municipal bastante concreta, e ela começa na fila. Enquanto a lista de espera vive em planilha, em papel e na memória de quem atende, não existe indicador confiável de tempo de espera, não existe transparência para o cidadão e não existe base para discutir custo. O iSUS trata a fila da regulação como registro único, com posição, histórico e publicação do que pode ser público sem expor dado pessoal.

O segundo ponto é o tempo da equipe. Boa parte do esforço administrativo de uma secretaria é gasto reconciliando sistemas que não conversam: o que o consórcio agendou, o que o prontuário registrou, o que a planilha de transporte diz. Cada reconciliação manual é hora que não foi para o atendimento, e é também a origem mais comum de número errado em relatório. Automatizar essa costura é o tipo de eficiência que o congresso discutiu em escala hospitalar e que se aplica igual em escala municipal.

O terceiro é a proteção do dado. Saúde é a categoria mais sensível da Lei Geral de Proteção de Dados, e transparência pública convive com sigilo quando o desenho é correto: publica-se posição, especialidade e tempo, não nome e documento. Esse recorte é decisão de arquitetura, tomada antes da primeira linha de código, e foi um dos assuntos que mais apareceu nas conversas de corredor.

Transparência de fila que expõe o paciente não é transparência, é vazamento. O desenho correto publica a posição e o tempo, e mantém a identificação restrita a quem tem competência legal para vê-la.

O que anotamos para os próximos meses

Saímos com três anotações que já viraram trabalho. A primeira é que a pergunta sobre inteligência artificial mudou de natureza: gestores pararam de perguntar se devem usar e passaram a perguntar como avaliar, como auditar e de quem é a responsabilidade quando o sistema erra. É uma pergunta melhor, e exige resposta de engenharia, não de marketing.

A segunda é que segurança da informação deixou de ser assunto exclusivo de área técnica. A conversa sobre indisponibilidade de sistema hospitalar, sobre cópia de segurança testada e sobre plano de continuidade apareceu em painel de alta gestão, e não só na trilha técnica. Municípios pequenos costumam estar mais expostos, porque dependem de um único fornecedor e raramente testam restauração.

A terceira é a mais simples e a mais difícil: integração. Nenhuma das eficiências discutidas sobrevive quando o dado precisa ser digitado duas vezes. É por isso que o trabalho de integrar sistemas municipais, do e-SUS ao consórcio de saúde, continua sendo a fronteira que mais devolve resultado por hora investida.

Perguntas frequentes

Quando e onde aconteceu o Londrina Unity Health 2026?

Em 13 e 14 de agosto de 2026, das 8h às 18h, no Villa Planalto Londrina, na Avenida Tiradentes, 6.429, em Londrina, Paraná. Foi a quarta edição do evento e abrigou o II Congresso de Hospitais e Estabelecimentos de Saúde do Paraná.

Quem realiza o Londrina Unity Health?

A realização é da Unity Health em parceria com a FEHOSPAR, a Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado do Paraná. A edição de 2026 também teve apoio institucional de entidades do setor, entre elas o CRM-PR.

Quantas pessoas participaram do evento?

A cobertura da imprensa local e da Prefeitura de Londrina registrou mais de 3 mil profissionais inscritos, vindos de 15 estados, com 7 palcos simultâneos e uma feira de negócios com mais de 100 expositores.

Qual foi o papel da InnovaG no Londrina Unity Health 2026?

A InnovaG participou como congressista, acompanhando as trilhas de alta gestão, inovação e inteligência artificial. A empresa não teve estande na feira de negócios, não foi patrocinadora e não apresentou palestra na programação.

Que autoridades estiveram na abertura do congresso?

A imprensa registrou Adriano Massuda, secretário-executivo do Ministério da Saúde, Breno Monteiro, presidente da CNSaúde, e Rangel da Silva, presidente da FEHOSPAR, além da presença confirmada do secretário estadual da Saúde do Paraná, César Neves. Pelo registro próprio da equipe da InnovaG no local, estiveram também o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o prefeito de Londrina, Tiago Amaral, com participação do COSEMS-PR e representações dos CRESEMS.

Onde assistir ao vídeo da InnovaG no evento?

O vídeo está publicado nesta página, com transcrição completa da narração, e também no canal da InnovaG Labs no YouTube e no perfil da empresa no Instagram.

Fontes oficiais consultadas

Conteúdo produzido pela equipe da InnovaG com base em experiência de engenharia para sistemas municipais e revisão de fontes oficiais. Orientações gerais não substituem análise técnica, jurídica ou de proteção de dados do município.

Leve este processo para a operação do seu município.

A equipe da InnovaG demonstra a solução com cenários da sua secretaria e explica implantação, segurança e continuidade.